Selo Métrica


Olá, meus docinhos, como estão vocês?

Vocês já conhecem o novo selo Métrica, um selo criado pela Editora Tribo das Letras especialmente para o autor nacional? Não?! Então se aprochegue e venha conhecer!

Já pensou em publicar seu livro com uma editora que apoia os novos autores nacionais e busca fazer com que a suas obras sejam lidas cada vez mais? Então você tem que conferir essa novidade da editora.

Visite o site da Métrica e saiba como funciona! 

O selo foi dividido em três cores, para facilitar até para os leitores na hora de buscar seu gênero favorito. São elas:


Métrica Azul: Fantasias e Ficção para jovens de 10 a 60 anos
Métrica Pink: Romances leves e bem humorados.
Métrica Vermelho: Romances picantes para você que adora uma leitura mais ousada.


Uma excelente oportunidade para quem está entrando agora nesse mundo da escrita e buscando o apoio de alguma editora. Não deixe de conferir e, se interessar, mandar sua obra :D 


Espero que o selo cresça bastante e continue apoiando os autores nacionais. Estarei aqui na torcida para que o sucesso só cresça cada vez mais.


Por enquanto é só, meus docinhos. Espero que tenham gostado da novidade. Beijocas e até a próxima!
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Resenha - Depois dos quinze

Depois dos quinze - Bruna Vieira
Editora: Gutenberg
Páginas: 200







Depois dos Quinze - Bruna Vieira tem 18 anos, é colunista da Revista Capricho e dona de um blog chamado Depois dos Quinze. Começou a escrever porque descobriu que o amor da sua vida era na verdade o amor de uma das centenas de fases que ela já viveu.
Desde então, com a ordem das palavras escritas e compartilhadas nas redes sociais, Bruna superou a timidez, viajou para a Europa, fez duas tatuagens, mudou de vez para São Paulo e tornou-se uma das adolescentes brasileiras mais influentes da internet com milhares de fãs-leitoras-amigas-seguidoras.
Nesse livro você encontra uma mistura de histórias, desabafos e segredos de uma garota que nasceu no interior, ama animais, usa boinas coloridas e ainda acredita no amor simples e verdadeiro.


O Depois dos Quinze é o livro de estréia da Bruna Vieira. O livro reúne crônicas que falam, em sua grande maioria, sobre amor e relacionamentos (que não deram certo ou não). Em cada página, vemos uma adolescente aprendendo a lidar com o mundo e se descobrindo, seja no quesito amoroso, seja indo morar sozinha ou em qualquer outra situação.

Normalmente, antes de comprar qualquer livro, eu procuro muitas resenhas, principalmente as negativas. Talvez isso seja estranho, mas acho que me prepara para o que possa vir (não que eu sempre concorde com elas, mas acho legal ver gente que não gostou e tentar entender o que os fez não gostar). Na maioria das vezes eu discordo de muitas dessas resenhas, mas hoje não foi o caso. 

Agora, por que eu não gostei tanto assim do livro? As crônicas seguem o mesmo estilo que comentei na resenha de A menina que colecionava borboletas, parecem desabafos característico de postagem de blog (que eu gosto muito quando bem feito) e é até difícil saber se se tratam de uma história baseada na vida da autora ou não. Mas dessa vez foi cansativo, porque todas as crônicas pareciam falar sobre a mesma coisa e do mesmo jeito. Era como se você lesse a mesma história, com alguns detalhes diferentes e palavras similares. Não que escrever sobre o mesmo tema seja ruim, mas cansa quando alguém pega o livro para ler de uma só vez. 

Outra coisa que não me agradou tanto foram as personagens. A maioria delas me pareceu... Digamos... Bobinhas? Como se todas tivessem uns 13/15 anos de idade e acreditassem que uma paixão ou um relacionamento fizesse seu mundo inteiro girar. Algumas até tentava fugir desse padrão de menina apaixonada-que-só-pensa-nele, mas voltavam inevitavelmente para o mesmo ponto. Não que eu esteja questionando a existência de garotas assim, pelo contrário, sei bem que uma paixão pode transformar todo um universo. Mas sei lá, acho que ela poderia ter mudado um pouquinho isso (o que entra no que eu disse que a maioria das crônicas são parecidas).

Achei um ótimo livro para ser lido esporadicamente, quando você está em um relacionamento, quando você é jovem, quando você está na fossa, quando você precisa de palavras "amigas" que lhe façam pensar sobre suas atitudes. Ou quando você precisa de frases fofinhas para publicar no facebook ou no instagram. Mas para mim foi uma leitura longa e cansativa. Repetitiva. 

Uma coisa que eu devo elogiar é a edição (como sempre). Foi cuidadosamente diagramada e com uma capa bem fofa. A única coisa que eu não gostei tanto foi a lombada que marcou, mesmo eu não abrindo muito o livro. 


Então é isso, meus docinhos. O que acharam? Já leram o livro? Gostaram? Concordam com a minha opinião? Então deixem um comentário aí embaixo :D

Beijocas e até mais!
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Desenhos #1 - Uma breve introdução sobre a minha vida artística


Olá, meus docinhos, como estão? 

Esta é a primeira postagem da coluna de tema livre de Sexta feira. Eu tinha prometido antes que iria colocar meus desenhos aqui, mas não tinha cumprido efetivamente desde então. Porém, agora vou me esforçar para desenhar sempre e ter conteúdo para colocar nos dias de desenhos. Obs: A coluna não é só sobre desenho, mas usarei quase 60% dela para isso. Espero que gostem e eu me esforçarei para melhorar cada vez mais.

Hoje preferi começar com um pouco sobre mim e o desenho. Acho que vocês não vão se importar, não é mesmo, se eu fizer uma mini-tag? Então vamos lá.

Há quanto tempo eu desenho

Eu desenho desde pequena, acho que há mais tempo do que escrevo. Mas desenhar sempre foi um hobbie para mim, e um daqueles que eu não me esforcei tanto para continuar.

Quando eu me afastei do desenho

Acho que faz pelo menos um/dois ano(s) que minha produção caiu. Falta de tempo, falta de interesse, outros projetos (como escrever) e muitas outras coisas me fizeram dar essa parada. Quando eu estava no colégio eu tinha mais tempo para rabiscar ou fazer qualquer outra coisa. Agora, eu tenho que me forçar para desenhar, já que não tenho mais tanto tempo como antes. 

Alguns desenhos


De onde vem a inspiração

Personagens de minhas histórias, pessoas a minha volta, neopets, imagens que vejo na internet, pessoas que me inspiram... A inspiração vem de todos os lugares.

Como treino

Normalmente eu procuro uma imagem na internet e faço uma releitura, ou vejo alguns tutoriais das partes que mais tenho dúvida e tento segui-lo e ver o que sair.

Meu painel do Pinterest com tutoriais de desenho, pintura, coloração e inspiração

Eu arrumei um painel no Pinterest para me ajuda e ajudar vocês que também estão querendo melhorar suas técnicas de desenho. Vou procurar sempre deixá-lo atualizado com os básicos dos desenhos e todo o tipo de inspiração que eu acho interessante. Espero que gostem. (Depois, quando tiver mais tempo, vou arrumar um no deviantART também :) )



Então é isso, meus docinhos. Espero que tenham se interessado e que apareçam de novo para conhecerem mais dos meus desenhos e verem meu progresso. 

Beijocas e até mais!


(Imagem de capa)
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33- Força


Olá, como você está?

Já faz um tempo que eu percebi o que está acontecendo. Hoje, ontem, anteontem. Há semanas que você não é a mesma pessoa. Eu percebi. Eu sei. Seus dias estão turbulentos. As lágrimas lhe fazem companhia cada vez com mais frequência. Eu sei. Eu sinto. Você está distante, temendo o que possa acontecer, temendo se abrir para alguém e não ser entendido. Eu sinto. Eu entendo. Eu queria poder estar ao seu lado a cada momento. Queria poder lhe ajudar em todos eles. Queria poder lhe passar minha força para que você pudesse seguir, ou quem sabe dividir os instantes difíceis e andar ao seu lado, para você ver que não está sozinho. 

Talvez você se sentisse melhor se eu segurasse suas mãos. Se eu aninhasse sua cabeça em meu ombro. Se eu escutasse seu choro e lhe reconfortasse. 

Ou talvez você queira que eu permaneça distante. Talvez você só queira ficar sozinho como sempre quis. Talvez você não queira incomodar ninguém com seus problemas.

Eu estou aqui para você. Sei que os dias às vezes são amargos e as lágrimas insistem em brotar. Eu sei que as pessoas são difíceis e que nem sempre conseguimos entender os acontecimentos e o mundo ao nosso redor. Mas eu estou aqui para você. Minha mão está erguida e eu lhe darei toda a minha força. Mesmo quando você achar que já chegou ao fim do poço, eu estarei aqui para lhe ajudar na sua subida de volta. Mesmo quando tudo o que lhe digam lhe fira, eu estarei aqui para enfaixar os ferimentos e lhe dizer palavras doces. Mesmo quando nada mais fizer sentido, eu estarei aqui para lhe ajudar a virar a página e começar a escrever um novo capítulo. 

Eu sempre estarei aqui e farei meu melhor para que fique bem.

Com carinho,

De alguém que lhe ama.


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32- Nosso paraíso


Sentados entre as estantes
As páginas abertas a nossa frente
O sorriso em seus lábios
O mundo de histórias a nosso redor
Eu e você
Nosso paraíso

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Fim de tarde


Existem vários temas que poderíamos falar. Poderíamos conversar sobre a beleza do sol e da lua. O céu em um misto de noite e dia. Poderíamos falar sobre os casais de mãos dadas que passam agora na minha frente desfilando pela rua. Nunca senti tanto ciúmes do amor. Poderíamos falar sobre o cigarro acesso esquecido entre meus dedos. Um dia eu o detestei, falei para mim mesma que não seria uma dessas (mas não deu certo).

Mas hoje não. Não. Eu estou pensando em outra coisa. Precisamente no prato com a torta ainda pela metade a minha frente. Nem sei o que me fez sentar na mesinha do bistrô e pedir a droga dessa torta. As primeiras garfadas desceram com o sabor doce dos velhos tempos, mas se transformaram logo nas azedas memórias. 

O glacê tinha sido impecavelmente arrumado, fazendo aquelas curvas caprichadas que nos intrigavam tanto. As camadas douradas mesclavam-se com o creme rosa de sabor agradável. Era a sobremesa favorita dos velhos tempos.

Eu não derramei lágrimas, companheiros, não chorei com saudades do passado. Eu já tinha deixado de ser a mulher que chorava pelo passado. Inúmeras lágrimas já foram arrancadas de meus olhos, mas não mais. Não agora. Não tão tarde. Eu tinha deixado aquele eu para trás. 

Mas por que, alguém me responda, por que aquela maldita torta se tornava azeda em meu paladar? Por que eu não conseguia desligar o passado e fazê-lo parar de influenciar quem eu era? 

Mesmo os momentos bons agora pareciam não ter mais sentido. Eles ficaram lá atrás e agora a terrível sensação de que todos tinham passado me assolava. Eu estava vazia. Vazia e fazendo o que eu não deveria. Agora estou em um bistrô matando minha dieta com algo que não irei aproveitar e soltando baforadas para o céu de fim de tarde.

De quem era a culpa de tudo aquilo? Do passado que ficou em seu lugar ou minha, que achava que tinha conseguido seguir em frente, mas está agora em uma mesinha redonda - sozinha - invejando o amor de quem passava na rua.

De quem era a culpa? Se o conto de fada durou apenas os primeiros capítulos e o felizes-para-sempre se tornou novamente um conto da carochinha? E eu ainda penso e repenso no que poderia ter acontecido para não termos acabado daquele jeito. Desse jeito.

Abandonei de vez o doce. Bebi em goles longos o mocaccino gelado e larguei uns trocados sobre a mesa. Já estava tarde e era hora de voltar para casa. Já era tarde. Era hora.

Abaixei a cabeça e segui meu caminho junto com as lembranças. 
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31- Sonhei com você


Sonhei com você
Entre a confusão de cada esquina
Entre a névoa violácea
E o calor veemente

Sonhei com você
Entre outras coisas do dia
Entre outros sorrisos 
E os chuviscos de fim de tarde

Sonhei com você
Entre cada passo torpe
Entre recaídas remordidas
E os copos vazios nas mesas do bar

Sonhei com você
Entre cada segundo distante
Entre afagos lascivos 
E movimentos esmorecidos 

Sonhei com você
Entre as horas do dia
Entre a realidade latente 
E tudo o que considero devaneio

Sonhei com você
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