Writing Prompt


Olá pessoas lindas que moram no meu S2. Como estão?

Hoje vim com uma novidade. Acho que se vocês acompanham o blog já devem ter vistos esse título "Writing Prompt" não é? São exercícios de escrita rápida que, além de melhorar a minha escrita (que eu espero que aconteça), trará postagens quase que diárias para o blog (deveriam ser diárias, mas eu não prometo nada rsrs).

Esses exercícios eu retirei do blog Writers write creative e espero que vocês gostem.
Mais uma coisa... Se tiver erros de português ou postagem duplicada  é porque eu (provavelmente) postei pelo celular e isso acontece às vezes.

Beijos e até
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Writing prompt - Escreva sobre o que você gostaria de ter dito


Ah, eu não sou muito daquelas pessoas que 'lamenta' não ter falado algo, muito menos se lembra de situações assim, mas achei que essa seria legal de escrever (uma coisa semelhante aconteceu comigo... Enfim)

Eles andavam juntos pelo meio do corredor. Iam rindo e implicando um com o outro. De súbito ele lhe beijou a bochecha e ela riu. Era bem comum brincarem daquele jeito, mas ele não sabia o quanto aquilo a inquietava (talvez ainda tivesse resquícios de uma paixão antiga). 
– Podíamos nos beijar. – Ele disse meio brincando, meio sério.
– Claro, me beija. – Ela ainda ria enquanto erguia os braços para puxá-lo pelos ombros. Ele foi juntando a cabeça à dela. Ela, quando percebeu que o garoto não estava brincando, parou de rir e deixou a cabeça imóvel. 
Quando estavam centímetros um do outro gargalhou novamente e sussurrou na orelha dele.
– Eu não sou esse tipo de garota, ta? – Despediu-se com um beijo estralado na bochecha e se apressou a sair dali. 

Ai, ai. Como eu amo finais felizes *---* rsrs *apanha*

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Writing prompt - Imagine um novo final... (Livro escolhido: Dom Casmurro)


Dom Casmurro é um dos grandes clássicos nacionais (um título bem merecido), escrito por Machado de Assis. Acho que bem poucos não conhecem essa história, nunca ouviram falar ou não conhecem os personagens. Mas devo avisar, se você ainda não leu ou não sabe de nada, não continue lendo porque pode conter spoilers.

Eu sei que o final que eu criei fugiria completamente do estilo machadiano, mas eu gostei muito de imaginar isso. Dom Casmurro é uma das minhas obras preferidas, mas eu detesto o Bentinho, então pensei em um final mais triste para ele (muahahaha). - Lembrem-se que esse final foi criado por mim e eu mudei algumas coisas no rumo da história.
O meu estilo é bem um pouco diferente do de Machado, mas espero conseguir aproximar pelo menos um tantinho.

Eu descansava em minha alcova. Estava sozinho em casa com uma enfermeira, ninguém havia sobrado para se importar com minha pessoa. Enquanto minha doença ia me consumindo aos poucos, eu ficava observando a velha alcova e pensando a falta que o velho Bentinho me fazia. 
Súbito a enfermeira entrou no quarto, não estava sozinha. Uma senhora e um jovem a acompanhava. A face de meu falecido amigo e aqueles olhos de cigana dissimulados, ambos a minha frente, encarando-me com um esgar de chacota. Zombavam de mim em meu próprio leito de morte?
- Bento... - A voz de Capitolina soava tão viva como antes. Sempre doce, escondendo tudo o que me fez passar. 
- O que fazem aqui? Era para estarem do outro lado do oceano.
- Como eu poderia lhe deixar morrer sozinho? - A voz dela me trazia todas aquelas lembranças do passado que eu queria tanto esquecer, mas, ao mesmo tempo, reviver.
Não respondi, não queria gastar minhas forças com aquilo. Ezequiel fez menção de se aproximar, mas eu o afastei com um gesto. Capitu pediu ao filho que esperasse do lado de fora e, depois que ele se foi, ajoelhou-se ao meu lado. 
- O quê? Até nesse estado seu comportamento continua...
- Diga-me.
- O que quer que eu diga?
- Diga-me o que era para Escobar?
- Escobar? Era um bom amigo.
- Apenas?
- Ele era seu amigo, Bentinho. O que esperava que eu respondesse? 
- Diga-me que você nunca...
Capitu finalmente entendeu as minhas intenções. Sua expressão foi de total perplexidade, continuava a dissimulada que José Dias me alertara. Ela não respondeu, apenas ergueu-se e caminho até a porta. 
- Continua o velho Bentinho. Pena que tenha envelhecido. Comentou antes de sair.
Foram as últimas palavras que ouvi dela. Voltei a observar a alcova.
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TAG: Como eu escrevo

E então eu resolvi fazer a mesma TAG como eu leio, só que na versão escritora. Vamos ver como isso aqui irá funcionar rsrs.


Como você tem ideias para novas histórias?

Eu normalmente tenho ideias ouvindo música ou lendo. Mas às vezes a vida ao meu redor me interessa e eu escrevo algo.

Como você entrou no mundo da escrita?

Eu escrevo praticamente desde que nasci, sempre gostei de criar histórias estranhas e -mesmo não sendo muito boa na época, e talvez nem agora- nunca desisti.

Como a sua escrita mudou ao passar do tempo?

Mudou muito. Eu mal consigo ler alguma coisa que escrevi há anos, sério, ainda bem que eu aprendi a escrever direito (kekeke)

Com que frequência você começa histórias novas e quanto tempo demora para escrevê-las?

Agora eu parei um pouco de começar histórias novas, mas eu começava uma praticamente todo mês. As duas que eu terminei demoraram praticamente um ano (AG demorou um pouco mais pq eh parei por um tempo, mas eu levei mais ou menos um ano mesmo).

Como você pensa o final de seus livros?

Basicamente eu penso: vou matar todo mundo (kekeke brincadeira). Eu gosto de finais significativos, nada muito feliz, um final normal...

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TAG: Como eu leio

Bom dia gente. Como estão vocês nesse lindo domingo dia das mães? Estou aqui novamente para fazer mais uma TAG. Essa eu conheci no blog Eu li, e você? e fiquei animada para fazer.
Então vamos nessa!


Como você descobre novos livros para ler?

A maioria dos livros que estou lendo esses dias foram sugeridos pela faculdade, mas outros eu conheço por meio dos canais literários e em idas "esporádicas" à livraria (tá, não tão esporádicas assim).

Como você entrou no mundo da leitura?

Eu leio desde pequena. Minha família sempre incentivou a leitura e eu sempre amei ler (mesmo tendo ficado ociosa por algum tempo e perdido a prática).

Como o seu gosto literário mudou ao passar do tempo?

Eu me tornei mais crítica, por mais que ainda goste de muitos gêneros desde criança, nem todo livro/história me anima muito se não for bem contada/escrita.

Com que frequência você compra livros?

Quando eu tenho dinheiro. Sim, eu não posso ter dinheiro que eu compro livro (tenho que arrumar isso e acabar de ler logo os que já tenho...).

Como você reage quando não gosta do final de um livro?

Eu reajo normal. Acho que cada autor tem o direito de fazer o final que quer e se ele escolheu daquele jeito, era para o melhor da história (mesmo que algumas pudessem ser desenvolvidas de um modo melhor).

Com que frequência você espia a última página de um livro para ver o final?

Quase sempre, principalmente se é um livro que eu gosto. Eu não me importo nenhum pouco com spoilers e isso só me anima mais a ler (para descobrir como se desenrolou daquela maneira).




Façam a tag de vocês também. Comentem aqui para eu bisbilhotar um pouco o blog de vocês kekeke =3
Beijocas.
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Kobo touch - Review

Olá pessoas, como estão?
Eu ia fazer esta postagem há muito tempo, mas estava esperando comprar a capa do meu kobo para poder falar sobre tudo de uma só vez.
Então...
Eu comprei o meu kobo touch pelo site da cultura no dia 15/03 (e ele não demorou quase nada para chegar). Para falar a verdade, eu queria o kobo glo que tem luz e permite ler no escuro, mas na época ele estava esgotado. Mesmo assim, eu gostei muito do touch e ele está me atendendo bem. 
No início eu estava meio que com o pé atrás em comprar um ereader (eu usava o aplicativo do kindle no ipad, então servia mais ou menos do mesmo modo), mas, querendo ou não, o ipad pesa (o meu ainda é antigo e pesa pacas em comparação com o kobo). E claro que entre comprar um ereader que eu posso por milhares de livros, e carregar um livro/ipad, era melhor comprar o ereader (eu ainda compro livros físico e sempre os leio quando estou em casa, mas o kobo é ótimo para o transporte e eu consegui colocar uns pdfs que estavam encalhados no pc).

Prós- 
* Leve e pequeno.
* Cabe muitas obras na memória do kobo e ainda tem a opção de expandi-la com um micro sd.
Ebooks são mais baratos do que livros físicos (pelo menos a maioria, né?) - e sempre tem aquele livro que você quer ler, mas não quer colocar na sua estante... 
Você pode passar arquivos do seu computador, além de sincronizar com o seu email na loja kobo/cultura.***
* A bateria dura, tipo, MUITO.

***O kobo abre pdf, mas não é possível lê-lo (ele aparece como se fosse uma imagem), então antes de passar qualquer arquivo de texto, você terá que converter para Epub. Eu uso o programa Calibri, que é super pratico e fácil (o único problema é que o texto perde a formatação, mas se você não se importar com isso, tá de boa).

Contras-
* Como eu disse, esse kobo não tem luz própria.
* Eu estou acostumada com o Ipad então me incomoda um pouco a velocidade que ele passa as páginas ou abre os arquivos (sim gente, eu sou afobada).

Acho que esses foram os únicos problemas para mim.

Agora vamos a minha adorável capinha. Como eu tinha dito, eu estava esperando comprar a capa para escrever isso daqui, não foi logo de imediato porque a loja fechou por um tempo por causa da demanda de produtos (e quando voltou eu estava sem dinheiro rsrs). Mas aqui está ela, super linda-divosa-tudo-de-bom.
(É a minha cara, né gente? ~le pessoa que nem é viciada em doce)

Ela é daquelas estilo luvinha e eu a comprei na loja Meia Tigela no Elo7. A vendedora foi super atenciosa, mandou as estampas que tinha, além de retirar todas as minhas dúvidas por e-mail (e responde bem rápido). A qualidade é muito boa, a encomenda chegou no prazo e eu estou super satisfeita (para não dizer que estou apaixonada pelos meus doces kkkk).
Super indico a loja.

E vocês? Têm um ereader? Pretendem comprá-los? Comentem ai com a opinião de vocês =3
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Presente

Feito para o desafio de maio do Royal Blossom


Ainda é cedo
O sol vai saindo aos poucos
Transformando o céu
Em uma paleta multicolor.

No silêncio quase inexistente
As árvores vão crescendo
Transformando a beleza
Que há muito não percebemos.

E mesmo com a natureza
(Tão perto…)
Nos emparedamos na selva de pedra
(…E ao mesmo tempo tão longe)

Onde famílias se escondem em casas
Mães prendem seus filhos
Para protegê-los do mundo
Que um dia foi nosso.

E presos em nossas bolhas
Sentamos a frente de uma janela aberta
Onde tudo pode acontecer,
Mas apenas o clique do mouse é escutado.

Mas estamos lá
Com nossas mentes funcionando
Buscando criar algo inusitado
Da maneira que nos é possível.

Nesse mundo fechado e entristecido
Enquanto médicos, enfermeiros, psicólogos
Trabalham cada vez mais para cuidar de nossa mente
Vamos atrás de saídas escondidas.

E nem os melhores detetives descobrirão
O que nos tornou tudo isso, e quando o próprio

Mundo se tornou museu de nossa história.
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